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quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Para mim, um dos melhores concertos de 2010.
Tenho que comer muitas papas até conseguir reproduzir "o" move do vocalista. Até lá, contento-me em fazer os meus: o saci-peréré, o esquiador e o hammer. Ah, aprendi um novo, "salto de corda", cortesia de um expert.
Foi um bom exercício de cardio. no entanto, nefasto para o meu estômago.
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domingo, 7 de novembro de 2010
da promiscuidade imposta.
Eu de facto sou uma pessoa de sorte. Sempre mas sempre que vou a um concerto levo com os mamarrachos mais altos e mais cabeçudos que estão na sala. Não sei o que é que andam a dar aos miúdos, se é das hormonas que injectam nos frangos, eles estão cada vez maiores. Num concerto, o ajuntamento de três cabeçudos pantagruelescos resulta catastrófico, sobretudo quando se posicionam à frente de uma miúda de estatura média, tipo eu. Assistir a um concerto implica de facto ver o que acontece em cima do palco. Ficar só pela audição significa que a experiência fica pela metade. E depois há outra coisa que não compreendo: pessoas que ficam estáticas num concerto. Serão ciborgs? mas afinal o que é que estão ali a fazer? E porque é que se encostam às outras? Querem sentir calor humano? Então guardem- se para os santos populares. Ou para a época balnear na Caparica. Agora não cheguem os casacos puídos de cabedal à minha pele banhada e perfumada. Dass.
Se quem me vende o bilhete não consegue garantir que vou ter as condições mínimas para viver a experiência a 100% com que moral é que me obriga a pagar determinado valo?
Por isto tudo proponho que se criem regras para quem assiste a concertos, uma espécie de etiqueta para frequentadores de espetáculos de música. pessoas mais baixas à frente e mais altas atrás. pessoas com cabeças que ultrapassem x de diâmetro nas laterais. pessoas que não dancem e impeçam os outros de se mexerem, multa.
É injusto? Chuif chuif. Injusto é ter de levar com monos.
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