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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Charcutaria.

via butdoesitfloat
Ultimamente, é como me tenho sentido, uma pessoa tipo charcutaria. Só me calham chouriços para encher no trabalho, projetos da treta, trabalhos de macaco. Eu sei, é suposto não nos queixarmos porque isto está feio mas porra, tenham dó do cérebro alheio!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Floris Mirraflorum.

Apesar de árido e inóspito, do solo de Mirrafleurs ainda brotam pequenos milagres da mãe Natureza.

Cão a olhar para gatos a olharem para a janela.

 
Uma obra de arte made at the office. O cão é daqueles a pilhas que se compram na rua aos quêfrô, foi preciso para uma acção que fizemos há uns dias. Os gatos são recortes em papel.  O braço lá ao fundo é real. Tenho sono.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Interlúdio.


 A reunião ainda nem a meio vai. Valha-me Santa Henrietta.

SOS

via fffound
Prestes a apanhar uma grandecíssima estucha.
Reunião. Cliente soda. Gente demente. Provável que se estenda pela hora de almoço.

Será que ainda não perceberam que as reuniões não são produtivas?

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Cheirinho do demo






Almoçar fora durante a semana de trabalho. Com a famelga, ainda melhor. Juntar-lhe vinhaça e cherinho? Not a good idea.
Moca de sono e língua solta para o que não deve. Mas nunca mais é sábado?

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A loucura do dia.

via fakirs & thieves

Sopa às cinco da tarde. I´m a crazy mother fucker.

Wake up.

And smell the sonasol versão toalhitas.
Rios de mostarda. Nas calças, na camisola e na gabardine.

Eu disse que queria emoção, aí está ela, em 2 takes:

ah mostarda do demo. obrigada, senhor da sandocha, por tão diligentemente ter pressionado a garrafa. de facto, resulta.

f*"#nhaaaarggggfkskla

*obrigada any, por captares este momento feliz em vez de ires buscar guardanapos. é reconfortante saber que posso contar contigo caso tenha um acidente.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Fashion faux-pas.

oiço lá longe alguém assobiar "by the rivers of babylone"


Calções subidos com love-handles. Guilty as charge. E com dores.

Alegria. Alegria.

Estar a dar o La Bamba em altos berros.
Na versão do Bublê.

Alguém tem uma corda e um banquinho?

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Fofinhos.


De belas. Não conhecia, gostei. Uma deliciosa maneira de terminar um almoço de equipa. Regada a sangria branca, pois claro. Agora continuar na labuta é que tá quieto.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Metamorfose.




ah, tão queridos foram buscar-me o almoço





De pessoa medianamente sã a grinch pós-compras de natal.
Desculpem o onanismo visual, mas estou bored. to. death. enquanto espero que me sirvam o almoço.

Sim, a camisola tem ursos polares. Sim, o colar é pschibec dourado com uma bicicleta.

Prometedor e mágico.


Este início de dia.

Acordar uma hora atrasada, pata de gato nas trombas. Banho. Franja estúpida. Buraco no estômago Chuva. Buraco no estômago. Ir à puta da máquina do segundo. Ignorar o aviso divino. 90 centimos pró galheiro. Pontapé na máquina. Nada. Fuzilar máquina com os olhos. Voltar cabisbaixa para o trabalho. Buraco no estomâgo.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Sorte marreca.


É natal, mas ainda assim os phones estão coxos, a borrachinha da esquerda sumiu-se no espaço.
Isto significa morte certa no local de trabalho, os meus pobres e sensíveis ouvidos expostos à leviana poluição sonora.

Apesar de até andar a praticar boas acções o meu grau de tolerância anda abaixo de zero. Devo estar a precisar de férias ou assim.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

dia de não-dexterize


Adoro chegar ainda ensonada a miraflores e deparar-me com o seguinte aparato: o meu fiel tupperware abandonado ao frio e ao vento na varanda. É sempre a mesma merda. A "tupperware police" não tem qualquer tolerância a recipientes abandonados no frigorífico. É certo que já lá estava há uma semana pelo menos e o mais provável é o conteúdo estar no mínimo a caminho da putrefacção. Mas custava muito enviar um email de aviso de despejo? Acho indecente pegarem nas coisas dos outros e fazerem delas o que bem entenderem, sem dizerem nada primeiro. Normalmente teria um ataque de nervos e colocaria os pontos nos i. Mas hoje vou abrir excepção. É dia de jantar de natal, ainda por cima vamos servir a refeução a sem-abrigos, é um dia bonito, e por isso deixar os rancores de lado. Por. Agora.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Man vs Machine.


Em vez de eu comer um pão com chouriço bem manhoso, foi a puta da máquina dos bolos que me comeu 0.80€. Mas também não se ficou a rir: levou um valente pontapé que a variou imediatamente.

Who´s your daddy?Han?Han?

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Sem dúvida que é segunda.


Fui atacada pela máquina de café. Cuspiu a cápsula de volta. Em cheio na minha cara.
Deve ser a vingança por eu estar constantemente a vilipendiar a qualidade do café.
Mirrafleurs loves me.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

ghosts from the past.



Descobri que um antigo galã da minha adolescência está a trabalhar no mesmo edíficio que eu. Cruzei-o no elevador sem ter reparado quem era. Com a idade perdeu o viço ou então, como dizem, são os nossos gostos que mudam de x em x anos. Anyway, ele era daqueles surfistas típicos dos anos 90, cabeludo convencido capaz de deixar as miúdas todas em alvoroço só com o olhar, género filme de Howard Hughes. Eu, tal como as outras pitas parvas, também não lhe era indiferente, até ao dia. O dia em que ele, qual neptuno da margem sul, ergue-se do mar em direcção às admiradoras. Aproxima-se e olha-nos com aquele olhar sacana de quem sabe o efeito que produz e atira-nos um "Olá" triufante. Eu respondi, contente por ele sequer ter reparado nesta sua humilde serva. Mas eis que, ao invés de reparar na sua gloriosa corpulência emborrachada, o meu olhar resolve prender-se num outro detalhe, muito mais interessante: um enorme burrié, dependurado do seu nariz perfeito de adónis. Encerrou-se aí todo um capítulo dedicado à mitologia grega.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

síndroma de garfield.



andei a manhã toda com uma coisa na cabeça: LASAGNA. tinha que tinha de comer lasagna. e assim foi, sozinha, para poder alarvar sem observadores nem ter que fazer small talk de boca cheia. que quando chega à altura de morfar i´m on a mission e não tenho quaisquer problemas em fazê-lo a solo.